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  3. 2018
  4. Março

Samae analisa implantação de três novos sistemas de esgotamento sanitário

Estruturas beneficiarão residências que não possuem tratamento de esgoto

Atualizada dia

O Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) já está realizando estudos para implantação de três novos sistemas de esgotamento sanitário em Caxias do Sul. Atualmente, parte desses locais é atendido por Sistemas Locais de Tratamento de Esgoto (SLTE), compostos por fossas sépticas e filtros anaeróbios (sistema de tratamento primário). As demais residências possuem sistemas individuais de tratamento.

Para a construção destes três novos Sistemas de Esgotamento Sanitário (SES) (Reolon, Interlagos e Espelho), serão investidos mais de R$ 33,6 milhões. Bairros como Reolon, São Luiz, Diamantino, Jardim das Hortênsias, Ana Rech e São Cristóvão serão atendidos, beneficiando diretamente mais de 18,2 mil moradores da região.

Conforme a diretora da Divisão de Esgoto do Samae, Josiane Nunes, os SLTEs foram criados para atender uma determinada necessidade de uma população específica. Quando há um aumento populacional, novos estudos precisam ser feitos. “Aí começa a questão de subdimensionamento e análise da viabilidade de implantação de novas redes que atendam essas regiões, direcionando o esgoto para as estações de tratamento já implantadas ou implantando novas estações”, explica.

Residências possuem sistemas individuais de tratamento

Foto por Angela Nadin

Felipe Araldi, 26 anos, morador da rua Professora Honorina Soares Dutra, no bairro São José, conta que a situação mudou com a implantação das redes de separação do esgotamento sanitário instaladas no local.

“Antes, quando a ligação do esgoto era nas redes pluviais, ficava exposta e vinha cheiro muito forte das bocas de lobo, além de surgirem muitos ratos e insetos. Agora não tem mais nada, a água que corre ali é só a da chuva mesmo”, comemora.

Para a professora Jussara Mossoi de Souza da Silva, 49 anos, vizinha de Felipe, com a situação do esgotamento sanitário resolvida os casos de alagamento nas residências diminuíram. “Anteriormente, sempre tínhamos alagamento aqui na minha casa, agora não temos mais esse incômodo. Nós já tínhamos a espera para a ligação correta de esgoto, então o Samae veio aqui e arrumou direitinho para o resíduo ir pelo caminho correto”, explica.

Os estudos ainda estão no período de documentação. Questões como licenciamentos ambientais, licitações e fiscalização ainda estão sendo analisadas. As implantações dos sistemas ainda não têm um prazo de conclusão.

Assessoria de Imprensa - Samae